Suporte ao Internet Explorer 6, ainda é necessário?
Após algum tempo sem escrever por falta de tempo, estou retornando e começo com um artigo polêmico: “IE6 nunca morre?”. Infelizmente para nossa infelicidade é verdade, o IE6 ainda está presente em quase 2% dos computadores de todo o Brasil com acesso a internet, esses são dados da própria Microsoft no site: http://www.ie6countdown.com/, que para quem não conhece, é um site que demonstra o quanto o ie6 ainda é utilizado no mundo, sendo que o ie6 já tem 10 anos (isso, você não leu errado, 10 anos) e ainda é “uma pedra no sapato” para nós desenvolvedores web.
E meus projetos ainda devem dar suporte ao ie6? Sinceramente preferiria dizer que não, entretanto haverá “casos e casos”, por exemplo, se o seu projeto ou o projeto de seu cliente não terá uma visibilidade (divulgação) nacional ou internacional, esse tipo de suporte se fará desnecessário, uma vez que a probabilidade de diversas pessoas utilizando o ie6 acessarem o projeto é pequena, mas se for o contrario, o projeto poderá precisar de maiores cuidados, inclusive eu já vi alguns projetos com mais de 60 mil visitas apenas por usuários de ie6.
E como dar esse tipo de manutenção? Vamos recorrer (sinceramente não gosto desse termo) as famosas “gambiarras” e tudo que nós (principalmente) brasileiros sabemos muito bem fazer (entenda isso como saber sobreviver as mais diversas condições, ou seja, desenvolver e criar sobre condições inimagináveis).
Para quem desenvolve em HTML, poderá pegar um framework que funciona muito bem no ie6, eu indico o http://52framework.com/, ele é um pouco complicado de entender no começo (inclusive em um próximo post poderei dizer melhor como utilizá-lo), mas extremamente útil para resolver alguns problemas que o projeto possa ter ao ser exibido em um navegador tão antigo, podendo causar uma péssima impressão ao usuário (que por inocência, comodismo ou por falta interesse mesmo) não atualizou seu navegador “só” nesses últimos dez anos.
E para quem não desenvolve em html5? (senta no chão e chora?): Na verdade basta aguardar os próximos posts que irei fazer demostrando algumas técnicas (ódeio escrever, mas são hacks) que podem ser utilizadas para quem desenvolve em xhtml (como eu) e não utiliza html5 ainda.
